A escolha dos padrinhos

Oi!

Ah, foi “tão, tãaao difícil” escolher as pessoas que seriam os padrinhos da Diana…

Qual o fator determinante para a escolha de um padrinho e de uma madrinha? Os padrinhos têm papel importante na vida dos seus afilhados, e por isso não podem ser escolhidos aleatoriamente. Eles serão modelo e inspiração para os nossos filhos. Os pais têm que confiar e se identificar com eles, e isso independe de ser ou não da família.

O batismo é muito mais do que uma cerimônia religiosa. Acho importantíssimo o vínculo entre padrinho e afilhado. É essencial e, mais do que fazer e falar, é preciso mostrar seus valores para a criança.

Já ouvi pessoas dizerem que fulano e ciclano ficaram ansiosos, fazendo de tudo para chamar a atenção dos futuros papais para que fossem nomeados padrinhos. Sinceramente eu não sei se alguém ficou ansioso com a possibilidade de ser escolhido para ser o padrinho e a madrinha da Diana.

O Edu e eu não tivemos trabalho para escolher quem seriam os padrinhos. Meu primo João Paulo e nossa amiga Juliana foram os escolhidos.

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O João Paulo é filho do irmão do meu pai… Primo, irmão, amigo, filho… O amo desde que nasceu, há 18 anos. A obstetra que o trouxe ao mundo, trouxe também a minha filha. Afinidade nos define.

A Juliana é uma pessoa maravilhosa que admiramos há muito tempo. Quando a conheci foi amor à primeira vista! Atenciosa, inteligente, humilde, comprometida… Acompanhou e participou da gestação da Diana como se fosse da filha dela. Jamais esquecerei daquele sim (não, não estou falando do que ela disse ao Crica, marido dela)!

A jornada de uma mãe é longa, os pais têm muitas responsabilidades, e saber que além dos avós, também podemos contar com os padrinhos, é extremamente gratificante. Obrigada, amamos todos vocês!

Atividade física durante a gestação

Oi!

Logo que engravidei, me consultei com a minha ginecologista e obstetra. Contei à doutora que eu treinava regularmente, e a orientação dela foi suspender os treinos. Não treinei no primeiro trimestre da gestação, e quando voltei a treinar, fui assistida pelo Edu, no studio personal do Thiago Arias.
Gravidez não é doença, e desde que bem orientada de forma multidisciplinar (obstetra, educador físico e nutricionista), qualquer gestante que não tenha um quadro clínico comprometido, pode (e deve!) se exercitar.
Não sou uma atleta de rendimento, por isso treinei moderadamente, e todos os exercícios eram de baixa intensidade. Além de manter os músculos fortes, resistentes e flexíveis, os exercícios são bons também para relaxar e diminuir os desconfortos da gestação, além de facilitar a volta do corpo ao normal depois do nascimento do filhote.
Por causa das mudanças causadas pela gravidez, o centro de gravidade do meu corpo se alterou e eu cansava bem mais rápido. Por isso tomava muito cuidado, e acima de tudo, prestava atenção aos limites do meu corpo, ele avisaria se eu fosse longe demais e corresse riscos. Durante os treinos eu usava roupas adequadas e bebia bastante água antes, durante e depois dos exercícios para não desidratar.


A suplementação alimentar foi outra questão que me fez pensar bem. Antes mesmo de eu engravidar já havia conversado sobre isso com a Mariana Tornincasa, minha nutricionista, e sabia que não precisaria suspender o uso dos suplementos quando engravidasse. Quando engravidei, ela apenas fez algumas modificações na prescrição deles. No entanto, em um determinado momento da gestação, a obstetra disse que era melhor eu não tomar mais, e a Mariana me orientou a parar, porque se acontecesse alguma coisa quem iria me socorrer era a médica, por isso seguiríamos as normas dela. Lembrando que cada caso é um caso, eu tomei suplementos durante um período da gravidez, mas isso não quer dizer que todo mundo pode tomar, a gestante tem que ir no nutricionista dela e conversar a respeito.

O enxoval

Oi!

Sabe aquela ansiedade pela decoração do quarto do filhote, pelo dia do chá de bebê, pela compra do enxoval e outras coisas comuns às futuras mamães? Nenhuma dessas coisas estavam no topo da minha lista durante a gestação e nem me empolgavam tanto. Cheguei a imaginar que eu estava sendo insensível ou coisa parecida, mas no fundo sabia que estava apenas sendo objetiva e prática. Mais cedo ou mais tarde eu ficaria desempregada e precisava manter os pés no chão desde o início.

Bom, o quarto especificamente do bebê não existia, porque morávamos num apartamento de apenas um quarto, o do casal. Além do berço e seus adereços, alguns adesivos na parede decoraram o cantinho da Diana no nosso quarto, e para mim estava perfeito.

O chá de bebê, embora nunca tivesse sonhado com ele, passou pela minha cabeça. Com a ajuda de duas amigas cotei lugares e decoração, mas no fim achei inviável e decidi não fazer nada. Todos respeitaram a minha decisão. Para a minha surpresa, no entanto, no dia 30 de dezembro de 2014, os alunos do Edu, da Marathon Academia, realizaram um chá de bebê (na academia mesmo!). Foi emocionante receber o carinho de todos e especialmente ver o quanto o Edu era querido. Serei eternamente grata a todos! Aquele também foi o último dia de trabalho dele.

O enxoval era necessário, claro, mas freei diante de tantas opções, tentações e preços. A única coisa que me fazia cair em tentação era meia, sim, meinhas no formato minúsculo e lindo daqueles pezinhos irresistíveis de bebê! Comprava toda vez que tinha a oportunidade. Minha ideia inicial era fazer todo o enxoval do meu bebê nos EUA, mas as coisas saíram do meu controle e isso não foi possível. Além das fraldas (fraldas descartáveis nunca são demais), roupinhas e acessórios eram necessários. Pedi para uma amiga que viajou para Miami que trouxesse algumas peças de roupas, e eu comprei e ganhei outras daqui. Uma coisa que eu me recusava a comprar era sapato, sabia que seria enfeite. Agora, com 1 ano, é que a Diana está usando sapatos para valer. Amigos e familiares não me deixaram com a consciência pesada, me deram vários sapatinhos fofíssimos! Cheguei a baixar da internet lista de enxoval, mas preferi seguir a minha intuição e a experiência de quem sabia o que realmente seria útil nos primeiros dias e meses de vida do meu neném. A parte fundamental do enxoval eu fiz na loja Baby Dreams, em Santos. Comprei o carrinho de bebê e todos os utensílios lá. Se tratando de segurança e confiança, investi pesado! Todas as marcas e itens que eu procurava achei nessa loja, aliás, sempre que preciso de alguma coisa volto lá, pois sempre encontro tudo o que quero. No final das contas, não gastei demais e tinha tudo o que seria necessário.

Além dos inúmeros presentes, roupas e sapatos de segunda mão e até empréstimos fizeram, e ainda fazem, parte do meu enxoval, e sou grata por tudo isso!

Acredito que se minha situação financeira fosse estável, as coisas teriam saído um pouco do controle, no bom sentido, mas não me arrependo de ter deixado de fazer ou comprar alguma coisa. Acho que o mais importante é a futura mamãe fazer tudo o que sente vontade, afinal essa é uma fase especial e merece todo o nosso empenho. Desde que não fiquemos arrependidas ou tristes, vale esbanjar, economizar e até abrir mão!